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Matriz Sant’Ana reabre após 191 anos de reforma

O projeto de reforma, desenvolvido pela arquiteta Maria Fernanda Isidro, buscou valorizar a tradição religiosa e arquitetônica da Matriz Sant’Ana, incorporando elementos modernos ao ambiente interno.

Na quinta-feira (29), a comunidade católica de Paranaíba celebra a reabertura da Matriz Sant’Ana, que completa 191 anos de existência. A missa de Dedicação, marcada para as 19h, será presidida pelo bispo diocesano de Três Lagoas, dom Luiz Knupp.

O projeto de reforma, conduzido pela arquiteta Maria Fernanda Isidro, buscou valorizar a tradição religiosa e arquitetônica da Matriz Sant’Ana, incorporando elementos modernos ao interior. A nova composição destaca tons branco e azul, além de grandes vitrais coloridos que ampliam a entrada de luz natural e conferem beleza ao espaço.

Na parte externa, a fachada histórica foi preservada, mantendo as características que identificam a igreja e sua importância cultural para a comunidade paranaibense. A proposta concilia a conservação da memória arquitetônica com as necessidades atuais, preparando o templo para continuar acolhendo novas gerações de fiéis.

As obras de reforma foram iniciadas durante a gestão do antigo pároco, padre Alessandro, que deverá participar da celebração. A preparação para a reabertura também permitiu a retomada das atividades administrativas no local, já que o escritório paroquial voltou a funcionar na Praça da República, depois que os bancos utilizados no Salão Paroquial foram devolvidos à igreja.

PARCIMONIA

O atual pároco, padre Thiago Felipe, destaca a importância da Matriz Sant’Ana para a memória religiosa e cultural de Paranaíba. Ao longo de quase dois séculos, a igreja acompanhou a história de diferentes gerações de paranaibenses, unidos pela devoção à Santa Padroeira.

A relação afetiva da população com a igreja também ganhou espaço nas redes sociais, onde integrantes da comunidade católica gravaram depoimentos sobre suas lembranças, experiências e vínculos com o templo religioso. A reabertura representa, assim, mais do que a conclusão de uma reforma. É a oportunidade de reencontro dos fiéis com um dos espaços mais tradicionais da cidade, preservando uma história construída ao longo de 191 anos de fé, tradição e participação comunitária.

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