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Três Lagoas e Mato Grosso do Sul se preparam para as eleições de 2026

Na manhã de domingo, eleitores de Três Lagoas e de Mato Grosso do Sul vão decidir quem permanece no cenário político, quem entra pela primeira vez e quem fica de fora. O voto deve separar promessas de resultados e discursos de trabalho, revelando quem conseguiu convencer a população de que merece mais quatro anos ou uma nova oportunidade.

Três Lagoas apresenta 18 candidatos com domicílio eleitoral no município, incluindo nascidos na cidade e recém‑chegados que construíram vínculo eleitoral local. Entre esses nomes, a expectativa é que a cidade consiga, pela primeira vez, um representante na Assembleia Legislativa ou na Câmara dos Deputados, pois atualmente não possui deputado.

Eleição em Três Lagoas

Alguns candidatos já fazem contagem antes da urna começar a falar, mas a eleição estadual difere da municipal. A matemática muda, o eleitorado amplia e a disputa se torna mais complexa. Quem já comemora pode descobrir que a vitória só se confirma quando todos os votos forem contabilizados.

Simone Tebet, ex‑senadora e ex‑vice‑governadora de Mato Grosso do Sul, mudou seu domicílio eleitoral para São Paulo e disputa uma vaga ao Senado pelo PSB. Ela deixou o cargo de ministra do Planejamento e Orçamento para concorrer. A pergunta agora é: como os paulistas vão responder ao nome que representou Mato Grosso do Sul no passado.

Já se vislumbra a corrida de 2028. O resultado de 2026 influenciará a dinâmica política do estado e os grupos que se organizam para as eleições municipais. Em Três Lagoas, lideranças conversam, grupos ensaiam alianças e antigas coligações podem ganhar novos formatos. Primeiro, o pleito de 2026; depois, a corrida de 2028.

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