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Vereadora Luiza Ribeiro pode presidir CPI de Tapa-Buraco em Campo Grande

A vereadora Luiza Ribeiro (PT) é autora do requerimento para criação da CPI do Tapa-Buraco, que recebeu apoio de 28 parlamentares e deve investigar contratos e serviços de recuperação das vias de Campo Grande. - Foto: Reprodução Câmara Municipal de Campo Grande

A vereadora Luiza Ribeiro, do PT, deve presidir a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Tapa-Buraco na Câmara Municipal de Campo Grande.

Ela é autora do requerimento que criou a comissão e articula a proposta, que recebeu apoio de 28 vereadores, para investigar contratos e a aplicação de recursos públicos nos serviços de recuperação das vias da capital.

A CPI também deve apurar como as empresas executam os serviços e de que forma o poder público fiscaliza os trabalhos, diante das reclamações recorrentes da população sobre as condições das ruas e avenidas de Campo Grande.

Além das indicações de reparos encaminhadas pelos vereadores, Luiza tem recebido em seu gabinete motoristas de aplicativos que relatam prejuízos materiais causados pelas mais condições das vias.

Fiscalização

Segundo as informações apresentadas à parlamentar, alguns danos aos veículos ultrapassam R$ 10 mil, com impacto direto na renda de trabalhadores que dependem do transporte para sustentar suas famílias.

Procuradoria

O requerimento deve passar nesta segunda-feira (19) pela análise da Procuradoria Jurídica da Câmara Municipal, responsável por avaliar os aspectos regimentais necessários à instauração da comissão.

Os membros da Procuradoria definirão os integrantes da CPI, a presidência e o calendário de trabalhos após essa etapa.

Embora Luiza Ribeiro seja apontada como provável presidente por sua atuação na elaboração e articulação do pedido, a composição e os cargos da comissão ainda dependem de definição formal.

Para Luiza Ribeiro, a CPI representa um instrumento de fiscalização do Legislativo e deve contribuir para esclarecer possíveis irregularidades, identificar responsabilidades e verificar a aplicação dos recursos públicos destinados aos serviços de tapa-buraco.

A expectativa é que a investigação também ajude a ampliar a transparência dos contratos e a eficiência dos serviços, com reflexos nas condições de mobilidade e segurança para quem circula pelas ruas e avenidas de Campo Grande.

A Câmara Municipal já programou a convocação dos membros da CPI para início das audiências no próximo mês, conforme calendário preliminar divulgado pelo presidente da Mesa.

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