Três Lagoas registrou, até 14 de setembro de 2026, 116 milímetros de precipitação, o que corresponde a 184% da média histórica para o mês, que é de 63 milímetros, segundo o CPTEC.
O volume acumulado foi medido por estações meteorológicas locais e por satélite, e indica que a cidade vive um período de forte instabilidade, associado a um cavado atmosférico e a uma frente fria sobre o Atlântico.
Instabilidade climática
A frente fria, que se desloca sobre o Oceano Atlântico, tem mantido o tempo instável nas regiões leste e nordeste do Estado, gerando chuvas intensas e intermitentes em Três Lagoas e municípios vizinhos.
Para a terça‑feira, 15 de setembro, o CPTEC prevê possibilidade de chuva passageira ao longo do dia, com tendência de diminuição das instabilidades e períodos de sol entre as pancadas.
A partir de quarta‑feira, 16, a previsão indica melhora gradual, com predominância de sol, aumento das temperaturas e redução da chance de novos acumulados, embora pequenas pancadas isoladas ainda possam ocorrer.
Entre 14 e 29 de setembro, a projeção aponta acumulados entre 30 e 130 milímetros nas diferentes regiões de Mato Grosso do Sul, sendo os maiores volumes esperados nas áreas centro‑sul, sudoeste, sudeste e leste do Estado.
Especialistas alertam que o excesso de chuva pode elevar risco de alagamentos e dificultar atividades agrícolas na região, exigindo atenção das autoridades municipais.







