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Dourados registra saldo positivo de 245 empregos formais em setembro

Dourados encerrou setembro com a criação de 245 novos postos de trabalho com carteira assinada. O saldo positivo resulta da diferença entre as contratações e as demissões no período. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (4) pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).

O resultado representa um avanço de 32,43% em comparação com o mesmo mês de 2025. Naquele ano, o município havia registrado um saldo de 185 trabalhadores a mais no mercado formal. O desempenho reforça a recuperação mensal do emprego na cidade, especialmente no setor de serviços.

Setor de serviços lidera

Os serviços foram o principal motor da geração de vagas em setembro, com 186 postos formais abertos. Comércio, indústria e construção civil também fecharam o mês com mais admissões do que desligamentos. A agropecuária foi o único setor com resultado negativo, registrando 22 demissões a mais que contratações.

No acumulado de janeiro a setembro de 2026, o ritmo de contratações ainda é menor que o do ano anterior. Os estabelecimentos douradenses contrataram 1.620 pessoas a mais do que demitiram. Esse saldo é 7,64% inferior ao registrado no mesmo período de 2025, quando o resultado havia chegado a 1.754.

Apesar da perda de fôlego no comparativo anual, o estoque de empregos formais cresceu 2,57% no município. Com isso, Dourados passou a contar com 67.861 trabalhadores com carteira assinada. No acumulado dos nove primeiros meses, os serviços lideram com 1.122 vagas formais, seguidos pela indústria, com 372, e pela construção civil, com 221.

A agropecuária mantém resultado positivo no ano, com 28 vagas, enquanto o comércio registra retração, com 123 trabalhadores a menos nas empresas. Em Mato Grosso do Sul, o mercado formal também fechou o período com saldo positivo de 31.077 trabalhadores. No entanto, esse volume ficou 31,31% abaixo do registrado no mesmo intervalo do ano passado.

O estoque estadual de empregos cresceu 1,44% neste ano. O avanço em Dourados foi maior, de 2,57%, indicando aumento na base de trabalhadores formais apesar da queda no saldo acumulado. O balanço mostra que setembro teve reação mais forte, com serviços e comércio sustentando o resultado mensal.

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